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sábado, 12 de fevereiro de 2011


Aos 7 anos de idade, menino quase compra avião caça pelo eBay

Compra foi interrompida com pai telefonando para o serviço após descobrir a nova aquisição do filho
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Hawker Siddeley ‘T-Bird’ Harrier XW269
Fonte da imagem: Fourfax
Um avião caça modelo Hawker Siddeley ‘T-Bird’ Harrier XW269, aposentado da força aérea britânica, quase foi adquirido por um menino de sete anos de idade pelo valor de £ 69 mil (cerca de R$ 187 mil). A compra só não se concluiu porque o pai do garoto descobriu a compra e entrou em contato com o serviço para cancelar o equívoco.
Segundo Chris Wilson, o responsável pela oferta, após a exposição do caso do garoto, seu anúncio ganhou ainda mais visibilidade, alcançando o número de 80 apostas vindas de 59 pessoas diferentes, enquanto que o número de acessos à página alcançou o valor de 120 mil. O avião, à venda para colecionadores, foi usado pela última vez durante a Guerra das Malvinas, em 1982.


Dell prepara tablet com sistema operacional Windows

A segunda maior fabricante de PCs do mundo já lançou aparelhos tablet com o sistema operacional Android, do Google, mas busca conquistar os consumidores Windows
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Dell Streak.
Fonte da imagem: Dell/Reprodução
Reuters. Por Gabriel Madway - A Dell está se preparando para lançar um tablet para usuários corporativos que opera com o Windows, da Microsoft, como parte da estratégia agressiva da companhia para entrar no mercado móvel.
A segunda maior fabricante de PCs do mundo já lançou aparelhos tablet com o sistema operacional Android, do Google, mas a Dell afirmou que clientes corporativos buscam a familiaridade do ambiente Windows em um aparelho mais portátil.
"Muitos de nossos clientes nos pediram um aparelho tipo tablet que tenha melhor integração como o sistemas da empresa e de segurança", disse o diretor-geral do grupo de negócios com clientes da Dell, Steve Lalla, em entrevista.
A Dell fará uma apresentação do novo tablet com tela de 10 polegadas em evento nesta terça-feira, onde também lançará sua nova linha de notebooks e desktops.
O mais novo produto da Dell faz parte de sua estratégia para diversificar seus negócios, ainda muito dependentes das vendas de PCs.
A Dell há tempos é uma grande parceira da Microsoft, mas muitos analistas acreditam que o Windows --sistema operacional usado na grande maioria de computadores tradicionais em todo o mundo-- simplesmente não é um bom software para ser usado em telas touchscreen. A principal concorrente da Dell, HP lançou seu próprio tablet com Windows no ano passado, mas analistas afirmam que o produto registrou vendas fracas.

Micron promete memória 20 vezes mais veloz

Utilizando tecnologia híbrida, a empresa pretende lançar dispositivos de memória mais econômicos e potentes.


Detalhes do novo sistema
Fonte da imagem: divulgação/Micron
Especializada em memória para computadores, a nova aposta da Micron é o HMC (Hybrid Memory Cube), que promete melhorias interessantes para todos os consumidores. O novo sistema soma a tecnologia DRAM (utilizada em pentes DDR3, por exemplo) a camadas lógicas, permitindo o armazenamento das informações por mais tempo do que acontece com os pentes atuais.
Os novos dispositivos de memória da Micron prometem maior largura de banda na transmissão de dados, o que pode significar um aumento de velocidade de mais de 20 vezes. Além disso, o HMC utiliza apenas 10% da energia elétrica consumida por memórias DDR. A mesma proporção de economia é encontrada nas dimensões físicas, pois esta nova tecnologia pode ser até 90% menor.
Executivos da Micron afirmam que estes avanços são necessários para que as memórias evoluam no mesmo ritmo dos processadores. A missão da empresa é criar sistemas que consigam aproveitar o máximo da potência dos vários núcleos de processamento que os chips apresentam hoje em dia.
Ainda sem data para lançamento comercial, o HMC não é a única aposta da Micron para o mercado de memórias. A empresa sabe que o processo de adequação a uma nova tecnologia é lento, por isso ainda continuarão a ser investidos grandes montantes de dinheiro nas pesquisas e desenvolvimento de memórias DDR4.

Pesquisa afirma que lâmpadas LED podem causar câncer

Doença pode ser causada por materiais como chumbo e arsênico, presentes nas lâmpadas.


LED
Fonte da imagem: Wikipédia
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, afirmam que lâmpadas de LED, consideradas ecologicamente corretas, podem causar câncer Em entrevista ao TG Daily, o pesquisador Oladele Ogunseitan apontou que não se pode deixar de lado possíveis problemas de saúde causado por substâncias que não agridem o meio ambiente.
“LEDs são apontados como a próxima geração de dispositivos de iluminação. Mas como nós tentamos encontrar produtos que não esgotam os recursos energéticos ou contribuem para o aquecimento global, temos de ser vigilantes sobre os riscos de toxicidade daqueles comercializados como substitutos”, garantiu o pesquisador.
A pesquisa foi feita usando pequenas luzes multicoloridas de Natal, juntamente com outras usadas em semáforos e lanternas de carros. A descoberta foi preocupante: as luzes vermelhas continham até oito vezes o limite permitido de chumbo segundo leis do estado da Califórnia, o que eleva para “significativo” o risco de câncer.
As cores mais brilhantes apresentaram mais problemas, e as brancas, apesar de estar entre as menos perigosas, contém altos níveis de níquel. Além do câncer, substâncias encontradas nas lâmpadas podem causar outras doenças como lesões neurológicas, doenças renais, hipertensão e erupções cutâneas.
Apesar dos problemas comprovados, as lâmpadas de LED ainda não são classificadas como tóxicas e, segundo Ogunseitan, as fabricantes poderiam facilmente reduzir a concentração das substâncias que causam dano à saúde humana.


Windows Phone 7 pode ter Internet Explorer Mobile 9

Rumores dão conta que detalhes do navegador serão revelados na edição 2011 do Mobile World Congress.

Internet Explorer 9 pode aparecer no Windows Phone 7
A primeira atualização do Windows Phone 7 já foi confirmada para o dia 8 de março. Contudo, além das novidades do sistema operacional, é possível que uma nova atualização, marcada para o segundo semestre, traga o Internet Explorer Mobile 9 como navegador.
A informação foi veiculada pela jornalista Mary Jo Foley, colunista de tecnologia do site americano Zdnet. Segundo ela, o pacote de atualizações conhecido pelo codinome “Mango” apresentará, entre os novos recursos, a versão mobile mais recente do navegador.
O Internet Explorer Mobile 9 terá suporte para HTML5 e também para outros padrões de código da web. A Microsoft não confirmou os rumores, mas é possível que durante o MWC 2011 alguma novidade sobre o assunto seja mencionada pelos executivos da empresa.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


Robôs poderão resolver problemas sem a interferência humana

Cientistas suíços desenvolvem rede nos moldes da Wikipédia para que robôs possam trocar dados, gerando o aprendizado com tarefas já finalizadas.

Robôs podem ficar inteligentes?
Marcus Waibel, cientista do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, desenvolveu uma rede para que robôs possam trocar dados. A RoboEarth, como foi batizado o projeto, foi criada com base na estrutura da Wikipédia e possibilita que dados sobre tarefas concluídas sejam enviados para a rede, a qual servirá como um grande reservatório de informações e conhecimentos.
A “web robótica” tem conotação, a princípio, unicamente educacional. Ela não terá redes sociais, sites de compra online ou qualquer outro tipo de serviço que é oferecido na web comum. Consultando o repositório de dados, os robôs poderão aprender a finalizar atividades com maior eficiência e sem a interferência do homem. “A chave é permitir que robôs compartilhem conhecimento”, comentou Waibel em entrevista à BBC News.
A RoboEarth levou quatro anos para chegar à atual situação. Segundo o pesquisador suíço, a intenção deste projeto é colaborar com a criação de um padrão de ação para os humanoides.


Google anuncia novo recurso de segurança para acesso a contas

Além de email e senha, os serviços da empresa solicitarão um código de verificação que é enviado para o celular do usuário.

Dois passos para acessar sua conta.
Fonte da imagem: Blog da Google.
A Google anunciou hoje pela manhã, em seu blog oficial, que disponibilizará um recurso para aumentar a segurança de acesso à conta dos usuários. Depois de fornecer seu email ou nome de usuário e a senha de acesso, os serviços da empresa solicitarão um código de confirmação, o qual é enviado para o seu celular.
Este recurso, chamado de 2-step verification, pretende dificultar a ação dos hackers. Ao usar a mesma senha para acessar vários tipos de serviço o usuário fica mais suscetível a ter seus dados pessoais afanados por pessoas mal-intencionadas.
Para ativar o mecanismo de segurança será preciso acessar a página de configuração da sua Conta Google e, na seção “Configurações pessoais”, acionar o link “Usando 2-passos de verificação”. O sistema de proteção ainda não está disponível para todos os usuários. O informativo da empresa apenas cita que o dispositivo será aberto ao mundo “em breve”.
Link para ativar o mecanismo.
Fonte da imagem: Blog da Google.
Para não tornar o 2-step verification um recurso incômodo ao enviar um código novo a cada acesso do usuário, a Google permite que um código seja lembrado na mesma máquina por 30 dias. O mecanismo tem compatibilidade com aparelhos Android, BlackBerry ou iPhone.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


Por que não é possível criar pastas com o nome "Con" no Windows?

Não adianta, o Windows não permite que você crie uma pasta com esse nome. Mas você sabe o motivo disso?

Você pode até tentar, mas o Windows não permite que você crie uma pasta com o nome “con”. No XP, o nome será simplesmente ignorado, já no Windows 7 e Vista você receberá uma frustrante mensagem de erro. A verdade é que qualquer versão do Windows impede que você crie ou renomeie arquivos e pastas para nomes como “con”, “prn”, “aux”, “com1” e “ltp1”.
Trata-se de uma antiga herança que os sistemas operacionais Windows carregam do MS-DOS. Essas palavras são reservadas para a comunicação interna do SO e designam comandos e estruturas. Portanto, mesmo o mais recente sistema da Microsoft é incapaz de interpretar tais sentenças como simples nomes através do Windows Explorer.
O termo “con”, por exemplo, origina-se da palavra “console” e prepara o sistema para entradas de texto a partir do teclado. O motivo para que tais comandos continuem presentes é a compatibilidade das versões modernas do Windows com programas e bancos de dados antigos. Confira a lista de comandos reservados ao sistema:
CON, PRN, AUX, CLOCK$, NUL
COM0, COM1, COM2, COM3, COM4, COM5, COM6, COM7, COM8, COM9
LPT0, LPT1, LPT2, LPT3, LPT4, LPT5, LPT6, LPT7, LPT8, LPT9

Não adianta, o Windows não deixa!
Através da Janela de Comandos do Windows (atual “cmd” e antigo Prompt de Comandos) é possível criar pastas e arquivos com qualquer um dos nomes acima. Mas, da mesma forma, o sistema impede que os documentos sejam excluídos pelo Windows Explorer.



Dell promete tablet com tela de 10 polegadas para 2011

O Windows 7 Business Tablet deve ser lançado no meio deste ano e trará o sistema operacional Windows 7 e processador Intel
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Protótipo de plástico do que será o tablet da Dell
Fonte da imagem: James Martin/CNET
A Dell deve lançar seu tablet ainda este ano, mais precisamente no meio de 2011, de acordo com a apresentação realizada evento Dell Means Business, em São Francisco. O dispositivo trará tela de 10 polegadas e processador Intel, porém sem maiores especificações.
De acordo Steven Lalla, vice-presidente e coordenador geral da área comercial da empresa, a escolha do Windows 7 vai ao encontro do que se pretende para os usuários, ou seja “grande mobilidade, assim como organização de TI e controle de demanda, segurança e integração com investimentos existentes de infraestrutura”.
Entretanto, uma versão deve ser lançada também com o sistema operacional Android, porém sem maiores informações sobre qual versão seria usada, se o Honeycomb ou outra. A ideia é que o Windows 7 Business Tablet seja específico para uso profissional, enquanto o tablet com Android agrade ao usuário comum.
A Dell também lançou outros 38 novos produtos no evento, entre notebooks, computadores de mesa e um notebook que pode ser convertido para tablet, o Latitude XT3. Já para o tablet, nada de protótipo, apenas um modelo feito de plástico especialmente para o evento.



Versão 10.2 do Adobe Flash Player já está disponível

Nova versão do plugin conta com aceleração por hardware, tela cheia para dois monitores e muito mais

Adobe Flash Player 10.2
A Adobe disponibilizou hoje a versão final do Adobe Flash Player 10.2 para Windows, Linux e Mac. O plugin gratuito continua essencial para os usuários de qualquer navegador  e extremamente leve, apenas 2.77 MB.
A nova versão do Flash suporta a criação de conteúdo 3D. O número de dispositivos também foi ampliado e abraça uma grande quantidade de celulares, smartphones e notebooks.
O novo Flash agora suporta tela cheia para dois monitores, assim mesmo que uma janela esteja sendo executada em tela cheia, o outro monitor pode também ser utilizado sem problemas.
Segundo a Adobe houve melhorias na aceleração gráfica, aprimoramento de compatibilidade com navegação privada, suavização de fontes por meio da tecnologia ClearType, som de melhor qualidade além de mais opções na integração com hardware.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O dia depois de amanhã: computadores pessoais em 2020

A grande batalha dos formatos de computador

Hoje em dia, fala-se muito da disputa entre desktops, laptops, notebooks, netbooks, tablets, smartphones e afins, caracterizando o que alguns poderiam chamar de "a grande batalha dos formatos de computador". Na verdade, é mais o que temos está mais para um grande alinhamento de formatos, já que nenhum deles vai dominar totalmente o mercado, nem desaparecer por completo. Uns são feitos para trabalhos de criação, outros para o lazer e outros para a comunicação. Não há um formato perfeito para tudo.
Muita gente previu o fim dos computadores desktop há alguns anos, mas só em 2010 nós teremos mais de cem milhões de desktops vendidos no mundo. É bem mais fácil carregar os notebooks com a gente, mas os desktops oferecem telas maiores, teclados melhores, um desempenho mais alto e outras vantagens. Quem usa desktops por causa dos aplicativos de produtividade ou dos jogos vai continuar usando desktops, ainda que essa fatia de mercado seja relativamente pequena. Quem só usa o computador para ler email ou jornal não vai mais comprar desktops no futuro. Na verdade, os desktops de massa que temos hoje provavelmente vão se transformar em PCs multifuncionais daqui a dez anos, graças à disponibilidade de hardware poderoso, porém barato e de baixo consumo.
O desktop do século XXI. Design conceitual de Kyle Cherry
Os notebooks estão disponíveis em vários tamanhos, um para cada modelo de utilização. Quem joga quer uma tela grande e uma placa de vídeo poderosa; a turma que gosta de viajar prefere máquinas mais leves, com baterias confiáveis que durem mais tempo e proporcionem um nível de desempenho decente para rodar bem aplicativos de produção. Os notebooks usados apenas para a reprodução de mídia e a leitura de emails provavelmente serão extintos nos próximos anos, já que os netbooks e os tablets são naturalmente mais adequados a esse modelo de utilização. Os profissionais que usam tablet PCs devem acabar migrando para modelos mais modernos. De modo geral, a fatia de mercado dos laptops clássicos vai diminuir, mas não desaparecer.
Lenovo ThinkPad X301
Os netbooks são um fenômeno relativamente novo no mercado de PCs. Esses computadores são voltados principalmente para dois grupos de pessoas: as que só realizam tarefas básicas em seus PCs, para as quais qualquer nível de desempenho já é suficiente; e as que usam o computador para comunicação e entretenimento via internet. O segundo grupo vai acabar preferindo os tablets ou até os smartphones de alto desempenho, enquanto o primeiro vai continuar com os netbooks.
Os tablets já circulam há muitos anos em mercados especiais, em modelos um pouco diferentes dos atuais. Naturalmente, suas muitas limitações de hardware e software não os tornaram populares no mercado de massa, mas tablets como o iPad da Apple e o Streak da Dell são tipos completamente novos de computadores pessoais, em nada parecidos com os modelos do passado. O grande lance dos tablets modernos é o consumo de conteúdo multimídia, o uso de redes sociais e a comunicação. Ninguém vai tentar vender tablets para quem usa aplicativos de produtividade: a falta do teclado é um grande obstáculo. Ainda assim, esperamos que haja uma dramática evolução nas tecnologias que traduzem voz em texto nos próximos anos, tornando possível ditar textos relativamente longos para esses equipamentos. Além do mais, com a evolução das tecnologias de computação em nuvem, até os jogos mais modernos vão poder rodar neles.
Tablet RIM Blackberry Playbook
Há uma coisa que os tablets nunca vão conseguir fazer de maneira eficiente: chamadas telefônicas. Ou seja, ninguém vai conseguir ficar ser um smartphone. E quem não der muita importância ao consumo de conteúdo vai preferir smartphones com telas decentes a tablets. Os smartphones do futuro vão ganhar muito desempenho e diversos recursos graças ao desenvolvimento veloz do hardware e da computação em nuvem, mas dadas as limitações naturais da interface e do tamanho da tela, vai ser mais fácil os smartphones controlarem a máquina de lavar louça do que ajudarem em trabalho real.
A próxima geração de tablets e smartphones vai oferecer CPUs com mais de um núcleo, telas de alta definição e baterias com maior vida útil, o que terá impacto sobre dispositivos para fins específicos, como videogames portáteis, MP3 players, gravadores de voz, câmeras portáteis, leitores de ebooks e por aí vai, mas não sobre PCs para fins gerais. Ainda assim, muitas tarefas que hoje são realizadas em desktops ou notebooks vão ter migrado para os smartphones e tablets daqui a uns dez anos. A grande pergunta é: quanto desempenho será necessário localmente em um dispositivo móvel, e quais tarefas que dependem do desempenho poderão ser "terceirizadas" para a nuvem?
Computador de pulso conceitual Waveface, da Asus
No geral, não teremos um único dispositivo que simbolize a era da "computação online, o dia todo"; haverá uma ampla variedade de dispositivos conectados. Praticamente todos os formatos de PCs que temos hoje vão continuar existindo em 2020, e é provável que outros formatos surjam até lá. Teremos relógios de pulso acessando a internet, computadores integrados às nossas roupas, aparelhos eletrônicos inteligentes e por aí vai.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Para obter o efeito de sombras e silhuetas como este, não use o flash

Fotografia: para que serve o ISO?

A maior parte das câmeras possui esse ajuste, mas você sabe o que ele é, e o que esta ferramenta muda na fotografia? Saiba o que é ISO e melhore a qualidade das suas fotos!




Se você é um pouco mais curioso, já deve ter notado uma opção nas configurações da sua máquina, chamada ISO. Os antigos filmes fotográficos também vinham com essa informação marcada na caixa, chamado também de ASA. Mas, para que exatamente serve o ISO, e como é possível tirar melhores fotografias usando adequadamente este recurso?
Responder a primeira pergunta pode, à primeira vista, parecer bem simples. ISO é a sensibilidade do filme (ou no caso da fotografia digital, do sensor) à luz. Quanto menor o número, menor é essa sensibilidade. Consequentemente, é preciso muito mais luz para a fotografia ficar clara. Se o ISO é aumentado, a sensibilidade do filme, ou sensor, aumenta também e com menos luz é possível captar a cena desejada.
Porém, existem consequências. Um ISO baixo capta pouca luz, porém quase não apresenta ruído (aqueles pontinhos granulados, geralmente nas áreas mais escuras da foto) e os contornos ficam mais nítidos. Já um ISO maior, apesar de permitir fotografar com pouca luz, gera um ruído perceptível e prejudica a nitidez dos detalhes, o que pode arruinar uma boa fotografia. Veja a comparação:
Perceba as diferenças nos detalhes, com o ISO 100 e o ISO 1600
Use o ISO ao seu favor
Agora que você já sabe o que é, é preciso aprender a controlar essa ferramenta, para garantir as melhores fotografias. Antes de tudo, é preciso lembrar que, se você usar um ISO baixo em um ambiente com pouca luz e quiser uma imagem clara, o obturador da câmera precisa ficar mais tempo aberto, e as chances da imagem ficar tremida são bem maiores.
Uma maneira de descobrir o melhor número ISO para cada situação é respondendo a algumas perguntas simples, sobre quatro fatores essenciais: iluminação, propósito, apoio e movimento.
A iluminação é suficiente?
A iluminação é a variável mais importante para decidir o número do ISO.
A primeira delas é quanta luz você tem no ambiente. Pense em uma escala: durante o dia, com sol forte e em ambiente aberto, seria um extremo da escala. Já um ambiente fechado e com pouca iluminação, como um teatro apenas com as luzes do palco ou um barzinho à meia luz, seria o outro extremo. Quando mais luz, menor pode ser ISO. Com pouca luz, use um ISO maior.
Não é uma regra, porém é quase certo que ambientes fechados tenham uma iluminação média ou baixa. Isso acontece porque raramente as luzes instaladas neste tipo de lugar vão conseguir simular a luz solar. Essa é a pergunta principal a se fazer, portanto gaste um tempo fazendo testes em diferentes ambientes para se habituar a esta variável.
A fotografia pode conter ruídos?
Imagens caseiras não precisam ser perfeitas e um pouco de ruído pode não ser prejudicial
Saber o propósito da foto ajuda muito na hora de decidir o número ISO a ser usado. Por exemplo, imagens profissionais não podem apresentar ruídos, portanto o mais certo a se fazer é usar o menor ISO possível e uma iluminação reforçada. Por outro lado, fotografias caseiras não precisam necessariamente ser perfeitas, e um pouco de ruído não estragaria o seu propósito.
Outro ponto a ser analisado é o uso do flash. Muitas situações pedem que você não use o flash, para poder obter uma fotografia mais bonita. Além disso, museus, igrejas e outros ambientes parecidos obrigam a não utilização deste artificio.
Pense sempre no uso que você fará da imagem, e se uma fotografia granulada estraga isso. Se a resposta para essa questão for afirmativa, use um ISO baixo. Se não, pode contar com a ajudinha dessa ferramenta e usar um ISO um pouco maior.
Existe tripé ou apoio para a câmera?
Como o uso de um ISO baixo em ambientes com pouca luz acarreta na necessidade de uma velocidade menor para o obturador e, consequentemente, mais tempo com ele aberto, é possível que fotografias assim fiquem borradas e tremidas. Para contornar isso, um tripé pode ser a solução.
Sem tripé e com pouca iluminação, a imagem provavelmente ficará tremida
Fonte da imagem: Ana Nemes
Se você possui um tripé, pode deixar a máquina parada o tempo necessário para o sensor, ou filme, captar a quantidade de luz necessária, e isso faz com que seja possível usar o ISO mais baixo e preservar a qualidade da imagem. Não precisa ser necessariamente um tripé, pode ser qualquer apoio fixo, desde que a máquina fique parada. Sem o tripé, em um ambiente escuro, é preciso aumentar o ISO para que a luz possa ser captada sem que a imagem não corra o risco de ficar tremida.
O objeto está se movendo?
Um objeto se movendo pede uma abertura muito rápida do obturador, para não ficar borrado. Neste caso, a velocidade do disparo não pode ser baixa, logo, é preciso aumentar a iluminação. Se isso não for possível, então é necessário usar um ISO mais alto para poder captar a cena da maneira desejada.
O homem está se movendo, mas os ajustes fazem parecer que ele está parado
Geralmente isso acontece quando é preciso fotografar jogos ou atividades esportivas, como corridas ou partidas de futebol. Se for um ambiente aberto, de dia e com sol, provavelmente a luz seja suficiente para um ISO 100 ou 200. Caso contrário, se for noite ou um ambiente fechado, e você quiser imagens nítidas, aumente o ISO o quanto puder ou precisar.
Responda essas quatro perguntas e faça um balanço da situação até chegar a um número para o ISO que consiga satisfazer todas as suas necessidades. Lembre-se sempre de que, para a fotografia, o mais importante é bastante treino e muitas tentativas!



Carl Zeiss entra para o mundo do Micro 4/3

Um dos maiores fabricantes de lentes do mundo anuncia sua entrada oficial nesta nova tecnologia da fotografia.

Fonte da imagem: Divulgação/Carl Zeiss
Fonte da imagem: Divulgação/Carl Zeiss
Você pode até nunca ter ouvido falar do nome Carl Zeiss, mas com certeza já foi fotografado por uma destas lentes, que podem ser encontradas em câmeras Sony CyberShot e celulares da Nokia.
Agora, a empresa alemã vai expandir suas parcerias e entrar pra o mundo da tecnologia Micro 4/3. A Olympus anunciou que a Carl Zeiss vai começar a produzir lentes específicas para este novo tipo de padrão, para as câmeras Panasonic e da própria Olympus.
Já era possível utilizar lentes da marca nas câmeras Micro 4/3 com a ajuda de um adaptador. No entanto, um produto específico é muito mais prático e eficiente. Essa tecnologia digitaliza a imagem antes que ela chegue no visor do fotógrafo e dispensa o uso de espelhos no corpo da câmera.


Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8287-carl-zeiss-entra-para-o-mundo-do-micro-4-3.htm#ixzz1DHMn7ZSY

Fotografia: modos de disparo

Você conhece todos os modos de disparo da sua câmera? Saiba para que eles servem e quando você deve usar cada um deles para obter os melhores resultados.

Conheça os principais tipos de disparo das câmeras fotográficas
Você comprou uma câmera nova, mas não sabe exatamente como aproveitar melhor os recursos que ela traz? Neste artigo falaremos sobre os modos de disparo existentes na maior parte das máquinas fotográficas, qual é a função de cada um deles e quando é melhor utilizar um ou outro. Sabendo isso, vai ser muito mais fácil para você conseguir melhores resultados, não importando se a sua câmera é compacta ou profissional.

Conceitos básicos

A melhor forma de entender o mecanismo básico de uma câmera é pensar no olho humano como comparação. Seja ela digital ou analógica, alguns conceitos fundamentais podem ser entendidos melhor desta forma.
Por exemplo, se você pensar na íris do seu olho é mais fácil para entender o que é o obturador da câmera. Ele é o responsável por abrir e fechar a passagem de luz na lente, e pode estar bem aberto ou mais fechado. Veja a imagem para entender melhor:
Abertura do diafragma
Quanto mais aberto o obturador estiver, mais luz passa por ele, em menos tempo Essa medida é mostrada em um número desta forma: “f/5.6”, sendo que quanto maior o número, menor a abertura e quanto menor for o número, mais aberto o diafragma se encontra. Se o tamanho desta abertura for muito pequeno, é preciso mais tempo com ele aberto para capturar a quantidade necessária de luz para a fotografia. Esse tempo se chama “exposição”.
Por exemplo, se o obturador estiver quase fechado, é preciso muito mais tempo de exposição para que seja possível ver algo no resultado final. É possível ajustar esse tempo para vários segundos, e em algumas câmeras, até minutos. Essas duas variáveis andam sempre juntas e são inversamente proporcionais: quanto mais aberto o obturador estiver, menos tempo de exposição é preciso. Quanto menos aberto, mais tempo.

Manual x Automático

Existem dois modos principais de ajustes em uma câmera: manual e automático. Se a sua câmera possui um menu circular (como o da imagem a seguir), com os modos de disparo desenhados nela, é fácil saber qual é qual: o manual é geralmente marcado por um “M” e o automático pode ter vários nomes (auto, smart, etc...), e normalmente o seu ícone é verde ou azul, diferente dos outros.
Modos da câmera
No modo manual, todos os ajustes são feitos pelo fotógrafo, e a câmera apenas obedece ao que foi pedido. É preciso um domínio um pouco maior de fotografia para conseguir bons resultados desta forma, porém com treino e determinação é possível aprender.
Os principais ajustes que precisam ser feitos são a abertura, a velocidade, o foco, o ISO e o balanço de brancos. É claro que existem outros, porém esses são bem importantes, e aprender a controlar cada um deles manualmente é fundamental.
Nem todas as câmeras possuem o modo manual completamente manual. Isto é, algumas compactas permitem que você ajuste ISO, balanço de brancos, área do foco e algumas vezes até a velocidade do disparo, porém outros ajustes são feitos por ela. Outras câmeras oferecem um modo no qual você faz todos os ajustes, menos a abertura e a velocidade. No menu circular, ele é marcado com um “P”.
Já no modo automático, todos os ajustes são feitos pela câmera, que “percebe” o ambiente e faz os cálculos necessários sozinha. Funciona? Sim, funciona, porém não com a mesma precisão do ajuste manual. Isso por que os ajustes que ela faz são programados para uma situação semelhante à que está acontecendo, mas poderiam ser melhorados ainda mais.
Comparação entre os modos manual e automático

Prioridade de abertura e velocidade: modos “semimanuais”

Se você considera muito complicado saber balancear a abertura e a velocidade, existem soluções que podem ser muito úteis, são os modos de prioridade. Isso quer dizer que você ajusta um deles e a câmera ajusta o outro! No menu circular, eles geralmente vêm com as letras “S” e “A”.
A prioridade à abertura é geralmente mostrada por um “A” ou “Av”, e desta forma você ajusta o quanto o obturador se abrirá, e a câmera ajusta o tempo necessário de exposição para que seja possível fotografar com as condições de luz do ambiente. Todas as outras configurações podem ser feitas manualmente.
A abertura do diafragma interfere diretamente na “profundidade de campo” da fotografia. Ou seja, uma abertura pequena, vai resultar em uma profundidade maior, e mais regiões da foto vão estar focadas. Já aberturas maiores, resultam em fotografias com pontos mais específicos de foco, pois a sua profundidade de campo é menor. Veja a diferença:
Diferenças de profundidade de campo
Use o modo de prioridade de abertura quando você quiser controlar a profundidade de campo, para mostrar detalhes ou a cena toda. Em alguns momentos, será preciso uma velocidade muito pequena, com o tempo de exposição grande demais. Use um tripé, nesses casos, se quiser a foto nítida.
Já no modo de prioridade de velocidade (“S” ou “Tv”), você controla a velocidade e a máquina controla a abertura. Use essa configuração para os momentos em que você precisa capturar movimentos. Por exemplo, para fotografar alguém que esteja correndo, se você usar uma velocidade grande (1/2500), por exemplo, a pessoa ficará completamente nítida. Já uma velocidade menor dará a noção de movimento, com algumas partes borradas.
Diferenças no tempo de exposição
Fonte das imagens: Dave Herholz (cima) e Martin Pettitt (baixo)

Modos programados: quando usar?

Você já deve ter notado alguns outros modos na sua câmera, marcados por ícones como uma florzinha, duas montanhas, uma pessoa, uma lua, etc... Isso varia de fabricante para fabricante, sendo que existem máquinas com dezenas de ajustes pré-programados, e outras apenas com os mais básicos.
É importante ler o manual da sua máquina para saber exatamente o que cada um faz, porém nós vamos dar uma ajuda e mostrar os principais modos programados (“macro”, “esportes”, “paisagem”, “noturno” e “retrato”) que você pode encontrar na sua câmera, e em quais situações você pode usar cada um deles.

Macro

Modo macro, usado para detalhes
O “macro”, marcado com o ícone de uma flor, é um dos modos preferidos de quem está começando a fotografar, isso por que o seu efeito é muito bonito visualmente. As fotos no modo “macro” ficam bem nítidas no primeiro plano e borradas ao fundo, o que é perfeito para mostrar detalhes. Os personagens preferidos de quem fotografa assim são as flores e os insetos.
Esse modo prioriza a abertura, fazendo com que a profundidade de campo seja bem pequena, e todo o resto que não seja o objeto principal fique desfocado. Para que os resultados do macro sejam mais visíveis, a sua lente precisa conseguir captar a poucas distâncias, e se você preferir pode usar o zoom.
Pequenos objetos podem ser fotografados neste modo
Fonte da Imagem: Ana Nemes
Se você for fotografar pessoas, priorize outros modos, como o “retrato”, pois esse é especialmente desenvolvido e dá mais resultados quando o objeto focado é pequeno. Porém lembre-se: nada na fotografia é realmente proibido, portanto se você quiser experimentar novos resultados, vá em frente!

Esportes

Modo esportes, bom para objetos em movimento
Fonte da Imagem: Dainis Matsons
Ao contrário do “macro”, o modo “esportes” prioriza a velocidade ao tirar uma foto. Geralmente indicado pelo ícone de uma pessoa correndo, essa configuração da câmera é ótima para quando o objeto está se movendo.
Apesar do nome, não quer dizer que ele seja adequado apenas para fotografar eventos esportivos. Você pode usá-lo, por exemplo, para tirar fotos dos seus filhos. Crianças dificilmente param para serem fotografadas, e com esse modo as chances de conseguir uma foto nítida são maiores.
Fotografe crianças em movimento sem borrar
Fonte da imagem: Will Raleigh
É preciso tomar cuidado apenas com um detalhe: no modo “esportes”, a máquina pode colocar um ISO muito alto, se necessário, e a foto pode ficar mais granulada. Se isso não faz tanta diferença, ou se o ambiente está bem iluminado, pode fotografar assim sem medo!

Paisagem

Modo paisagem, usado para grandes áreas
Fonte da imagem: Ana Nemes
O nome deste modo de disparo diz muito sobre a sua utilidade. Se você deseja fotografar grandes áreas, como paisagens, é esse o modo de disparo ideal! Geralmente o ícone deste modo na máquina são duas montanhas, indicando que o seu objetivo principal é capturar objetos muito grandes.
Pode ser uma vista bonita, um grupo grande de pessoas ou qualquer área aberta que precise estar inteiramente focada. A câmera, neste modo de disparo, faz exatamente o contrário do que acontece no “macro”. Ela ajusta a abertura do obturador de forma a deixar a profundidade de campo bastante grande, e focar a maior área possível na fotografia.
Por usar uma abertura muito pequena, em alguns ambientes pode ser preciso usar um tripé, pois a velocidade de disparo será muito pequena, resultando em mais tempo de exposição. Tome cuidado também com o ISO, se o ambiente estiver muito escuro, a foto pode ficar granulada.

Noturno

Modo noturno, para captar imagens em ambientes escuros
Fonte da imagem: Ana Nemes
Muitas pessoas reclamam que, quando fotografam no modo “noturno” (mostrado com o ícone de uma lua), a imagem sempre treme. Isso acontece, pois nesse tipo de disparo a câmera vai ajustar uma exposição maior, e se a máquina não for apoiada em algum lugar, é bem provável que a foto fique mesmo tremida. Portanto, ao fotografar no modo “noturno”, procure sempre usar um tripé ou apoio.
Uma alternativa usada por muitas câmeras é usar sempre o flash. Não é uma regra, porém é bastante comum. Dessa forma, o tempo de exposição pode ser menor e a cena é retratada sem borrões. Porém, tome cuidado: o flash pode realçar imperfeições da pele, ou deixar a foto “chapada”, isto é, sem profundidade.
Outro problema de se usar o flash é que ele ilumina o que está mais perto da máquina, portanto, para grandes distâncias o efeito pode ser o contrário do desejado, deixando o fundo escuro demais. Paisagens fotografadas no modo “noturno” com flash dificilmente vão ficar boas. Para esses casos, use o modo “paisagem” com a máquina apoiada em um tripé.

Retrato

Modo retrato, bom para imagens de pessoas
Fonte da imagem: Ana Nemes
O modo “retrato”, indicado pelo ícone de uma pessoa, é bem parecido com o “macro”, porém a sua profundidade de campo é um pouco maior. Ele permite fotografar pessoas, ou objetos maiores, focando-as completamente e desfocando levemente o fundo. No modo “macro”, o nariz e os olhos poderiam ficar focados, mas as bordas do cabelo já estariam fora do foco.
Apesar do nome, e do ícone, esse modo não é aconselhado apenas para retratos de pessoas, podendo ser usado quando o objeto a ser fotografado é grande demais para o “macro”, porém a intenção é destaca-lo, deixando o fundo desfocado.


Economize bateria do seu smartphone com o papel de parede certo

Aparelhos com tela AMOLED e Super AMOLED consomem menos energia quando a tela exibe imagens escuras.


Os cientistas não param de aprimorar a tecnologia. Se há pouco tempo o LCD parecia ser o melhor tipo de tela para seu gadget, foi rapidamente suplantado por telas de LED, que por sua vez, deu lugar para a tecnologia OLED.
Fonte da imagem: Divulgação/Samsung
Fonte da imagem: Divulgação/Samsung
Dentro desta nova categoria, temos as tela AMOLED e Super AMOLED como grandes destaques atuais. Elas possuem qualidade de imagem aliada à espessura cada vez mais fina e à economia de energia.

Por que são melhores?

Aparelhos com tecnologia AMOLED e Super AMOLED tem um funcionamento muito diferente do resto. O ponto principal para economizar bateria é que este tipo de tela não possui uma luz traseira, ou seja, não fica aceso o tempo inteiro.
Nesse tipo de tecnologia, cada pixel é um emissor de luz. Dessa forma, é possível diminuir sua intensidade e até mesmo se apagar quando a cor que deve exibir é escura.  Por isso, pequenas mudanças em seu aparelho celular podem representar uma economia de bateria significativa.
Ao contrário do que podemos pensar, mesmo em uma cor escura, o pixel da tela do aparelho gasta um pouco de energia. No entanto, existe uma diferença de consumo entre pixels claros e escuros. Quando exibe uma cor clara, o consumo de energia do aparelho é quase seis vezes maior.
Fonte da imagem: Divulgação/Samsung
Fonte da imagem: Divulgação/Samsung
Infelizmente, isso não significa que, ao exibir imagens escuras, este valor vai representar o tanto de bateria que pode ser economizado. Afinal, as atividades do aparelho não se resumem à exibição de imagens na tela. Ou seja, o visor não é o único responsável pelo consumo da bateria.
No entanto, a energia consumida pela tela é uma das grandes vilãs da bateria de celulares, tablets e netbooks. Mas antes de sair modificando a configuração de seu aparelho, é necessário analisar como você o utiliza.

Android

Usuários do sistema operacional Android podem saber através do smartphone o quanto de energia sua tela realmente consome. Na tela principal, pressione o botão menu e acesse as configurações do aparelho.
Clicando em “Gerenciador de Bateria”, o próprio sistema operacional (em suas versões mais atuais) é responsável por informar o quanto de energia cada função e aplicativo consomem, sendo o gasto de bateria da tela o primeiro item exibido.
Android        Android
Mas, se você não tem um Android, analise quais são suas principais atividades no aparelho. Se você gasta bastante tempo lendo no smartphone, acessando aplicativos de texto ou galeria de imagens pode ter certeza que o consumo de energia da tela é representado por um número alto.
Para estes casos, não só o papel de parede pode ser alterado. É possível modificar as cores do menu, o tema principal e a cor de fundo dos  textos exibidos - com tela escura e letras mais claras.

Papel de parede

Após verificar o consumo de bateria da tela de seu aparelho, aposto que suas preocupações com a cor do papel de parede utilizado vão aumentar. Quanto mais escura a cor, menor o consumo de energia.
A mudança da cor da tela é muito útil, em especial, para usuários de aparelhos que utilizam muitos widgets na homescreen. Não é necessário colocar uma tela completamente preta na tela do aparelho, mas se você não faz questão de nenhuma imagem em especial, a tela totalmente apagada é a opção mais eficaz.


sábado, 5 de fevereiro de 2011


Cego dirige carro por 2 km no circuito de Daytona; veja vídeo


Versão do Ford Escape foi criada pela Universidade Virginia Tech.
Veículo possui uma série de recursos não visuais que ajudam o motorista.

Do G1, em São Paulo
O Ford Escape adaptado para cegos foi testado na última semana na pista de Daytona, um dos mais conhecidos circuitos de corrida do mundo, por Mark Riccobono, da Federação Nacional dos Cegos dos Estados Unidos (NFB, na sigla em inglês). O teste aconteceu antes da tradicional prova de 24 h de duração no circuito na Flórida.
Desenvolver um veículo que permitisse que um cego o guiasse sem ajuda de um copiloto foi um desafio proposto pela federação e aceito pela Universidade Virginia Tech. O carro, que ainda é um protótipo, é equipado com uma série de recursos não visuais que ajudam o motorista. Entre eles estão luvas vibratórias, que alertam sobre curvas; sopros de ar comprimido no rosto do motorista, para sinalizar obstáculos que se aproximam; uma camiseta vibratória, para dar informações sobre velocidade; e um volante com sinais de áudio, para orientar a direção.
cego dirige ford escapeRiccobono em ação: ele percorreu 2,4 km no circuito 
Riccobono dirigiu 2,4 km no circuito repleto de curvas e também teve que desviar de uma série de obstáculos, alguns previamente colocados na pista, como barris de plástico, e outros que eram surgiam durante o teste: caixas de papelão eram atiradas no caminho por uma van que seguia à frente do carro. Ele também chegou a ultrapassar o veículo.
Após o desafio, Riccobono comentou no Twitter: "Olá, os cegos fizeram história hoje. O que você fez hoje?".

Governo Federal pretende derrubar preço da internet no atacado

Ideia é que a Anatel desenvolva formas para impedir que concessionárias cobrem preços abusivos para instalar sua infraestrutura em locais onde têm pouco interesse comercial.
Internet
Ano passado o governo federal lançou o Plano Nacional de Banda Larga, PNBL, visando democratizar o acesso à internet no Brasil. Para que o plano seja posto em prática, porém, é preciso que as operadoras abracem a ideia e reduzam preços cobrados tanto pela internet para o varejo (a que você tem em casa) quanto no atacado.

Dados indicam que, atualmente, 74% do território nacional tem internet fornecida por empresas de pequeno e médio porte (o atacado), que alugam a infraestrutura das grandes teles e, desta forma, colaboram para que brasileiros de localidades distantes dos grandes centros urbanos tenham acesso à rede mundial de computadores.

O problema é que para um link de 1 Mbps, as pequenas e médias empresas pagam o valor de R$ 688. Ou seja, redistribuir isto aos consumidores torna o serviço ainda mais caro – além de ser uma velocidade relativamente baixa para ser dividida entre vários usuários finais, o que tornaria mais barata a contratação do serviço.

Ano passado, a Casa Civil determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fixasse o preço máximo deste aluguel em R$ 250. As concessionárias, porém, não estão de acordo com o valor e afirmam que o Governo não leva em conta os altos custos de manutenção destas linhas de transmissão.

A tréplica veio pela parte de Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, que solicitou às concessionárias a abertura da planilha de custos. Assim será possível avaliar o quanto se gasta, realmente, com tal manutenção. A única operadora que disponibiliza estes dados é a Oi, pois tal prática faz parte dos acordos feitos com o Conselho Administrativo de Defesa Econômia (Cade) quando da aprovação da compra da Brasil Telecom.

A outra “carta na manga” do Governo Federal é o uso da Telebrás como operadora de internet, o que proporcionaria conexões de qualidade em todo o país e por um preço bem mais acessível e justo para o consumidor final.


Tecnologia OLED: como ela vai revolucionar as telas

Flexibilidade, emissão de luz e espessura mínima. Confira o que há de melhor na tecnologia de LEDs orgânicos
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Telas mais finas e com qualidade surpreendente, quem não quer? Pois é exatamente isso que as novas telas OLED estão oferecendo para as fabricantes que aderem a elas. Criadas com LED (diodo emissor de luz) orgânico (por isso OLED), elas prometem revolucionar não apenas as telas de televisores, mas todo o mercado de eletrônicos.
Versátil como poucos, este material já vem sendo empregado em aparelhos de televisão, leitores digitais e consoles portáteis, sendo que nos próximos anos, outros tipos de dispositivos também devem passar a empregar o OLED.  Pois além das vantagens na qualidade de imagem, a espessura das telas é um grande apelo comercial.

Por que orgânico?

Talvez o conceito de “orgânico” seja um pouco confuso. Tente lembrar-se de suas aulas de química do Ensino Médio: “em linhas gerais orgânico é tudo aquilo que possui carbono em sua composição”. Pois é exatamente isto que é o OLED: LEDs compostos por camadas de compostos carbônicos. E por que usá-los? Porque eles emitem luz própria.
Conceito da LG
Fonte da imagem: divulgação/LG
Quando estimulado eletricamente, os diodos emitem luz em milhões de cores e com potência suficiente para dispensar a utilização de backlights. Essa ausência é o que permite que a espessura das telas OLED seja tão reduzida. Em suma, sem luz de fundo, camadas do aparelho são deixadas de lado.

Quem está financiando?

Hoje há várias empresas que utilizam o OLED em seus aparelhos, mas até alguns anos atrás a história era bastante diferente. Em 2004, as duas empresas que mais investiam nesta tecnologia eram Samsung e Sony, tanto que elas foram as primeiras a lançarem protótipos de televisores OLED, como a Sony XEL-1.
Tudo começou a mudar quando a tecnologia foi conhecida pelos portáteis. Há uma enorme quantidade de celulares e MP4 players que utilizam OLEDs em suas telas. Em 3 ou 4 polegadas, o consumo de energia torna-se baixíssimo e garante maior durabilidade para as baterias, o que agrada bastante aos consumidores. Talvez você não esteja lembrado de muitos aparelhos OLED, mas isso é porque ele aparece com seus dois “sobrenomes” nas especificações.

AMOLED e PMOLED: diferenças de matriz

A matriz que é tão comentada pela imprensa especializada em tecnologia, não é nada mais do que uma película TFT (Thin-Film Transistor). Duas camadas deste material compõem a matriz, que será considerada ativa ou passiva, de acordo com a técnica de ativação dos pixels.

AMOLED: matriz ativa

Nas telas de matriz ativa OLED, cada pixel é ativado individual e diretamente. Ou seja, as informações são transmitidas de forma dinâmica na tela, pois os circuitos eletrônicos são ativados sem interferência de outros componentes. Em resumo: os circuitos ativam os LEDs eletricamente para que emitam luz diretamente nos pixels necessários.

PMOLED: matriz passiva

Enquanto telas AMOLED ativam pixels diretamente, os circuitos eletrônicos das telas de matriz passiva realizam um processo diferente. Os pixels não são ativados diretamente, mas sim por intersecções entre comandos emitidos por linhas e colunas de energia. No encontro dos sinais, os pixels emitem luz e constroem as imagens na tela.

Qual é melhor?

Em dispositivos pequenos não há grandes diferenças na qualidade de imagens e tempo de resposta das tecnologias, mas quanto maior a tela, mais é possível perceber a superioridade das telas de matriz ativa. AMOLED consome menos energia, pois demanda menos processos na construção de cada imagem.
Samsung Wave com AMOLED
Fonte da imagem: divulgação/Samsung
Além disso, a qualidade de imagens obtida é superior. Por criar a iluminação de cada pixel individualmente, o tempo de resposta é mais reduzido do que o oferecido pelo sistema de matriz passiva. Por outro lado, o custo de produção dos AMOLEDs é maior, o que gera maiores gastos para os consumidores.

OLED: as grandes vantagens

Novas tecnologias geralmente encontram barreiras por parte dos consumidores, porque estando acostumados com determinado tipo de material, fica difícil aceitar mudanças drásticas, ainda mais quando não se conhecem as vantagens e desvantagens deste ou daquele produto.

Uma tela ou uma folha?

É natural que o OLED enfrente este mesmo tipo de dificuldade, mas muitos já estão conhecendo as vantagens trazidas pelos diodos orgânicos emissores de luz. A principal delas, como já dissemos, é também o maior apelo comercial que uma tela poderia ter: muitas polegadas de imagem com poucos centímetros de espessura.
Telas ultrafinas
Fonte da imagem: divulgação/LG
Por não requerer mecanismos de luzes de fundo, o OLED pode ser muito mais fino do que qualquer outra tecnologia já criada. Dessa forma, painéis de iluminação são deixados de lado e o resultado é verificado em telas mais finas com consumo de energia reduzido.

Preto total: contraste de verdade

Ao contrário do que ocorre com televisores de LCD, as telas de OLED trabalham com pixels individuais, o que garante muito mais qualidade no contraste. Por quê? É simples: enquanto telas comuns precisam do backlight para que as imagens possam ser vistas, aparelhos OLED não demandam do mesmo.
Isso significa que em TVs de LCD, há sempre luminosidade sendo emitida em toda a tela. Por isso o que é preto, na verdade está mostrado em tons muito escuros de cinza. Já com aparelhos OLED, os pixels se apagam totalmente e por não existir luz de fundo, o que é preto fica realmente preto.

Ângulos de visão

Um dos problemas da nova geração de televisores (LCD, Plasma e similares) é o reduzido ângulo de visão oferecido. Em muitos aparelhos é realmente complicado enxergar se o espectador não está localizado à frente da fonte. Melhorando a cada dia, esta dificuldade parece estar quase esgotada com a chegada dos OLEDs.
OLED comparado com um notebook LCD comum
Fonte da imagem: Oled-Display
Calcula-se que a percepção seja satisfatória numa angulação de 170 graus, o que representa avanços significativos. Dessa forma, até mesmo quem está quase paralelo ao televisor, por exemplo, pode visualizar as imagens geradas sem problemas.

Flexibilidade garantida

Já imaginou como seria maravilhoso se uma tela pudesse ser torcida e não quebrasse? O OLED já permite isso, porque pode ser composto com lâminas plásticas ou metálicas que garantem a flexibilidade dos materiais. Este tipo de material já pode ser visto em alguns protótipos de telas para leitores digitais, como é o caso da utilizada pelo Skiff Reader, da Hearst Corp.
Há quem diga que no futuro será possível comprar roupas inteligentes, ou seja, roupas que mudam suas estampas de acordo com a vontade do usuário. Isso porque são telas OLED flexíveis costuradas em tecido. Não se sabe ao certo se isso possuiria aplicação comercial, mas a flexibilidade para e-reader é uma vantagem que chama bastante atenção.
Conceitos flexíveis da Philips
Fonte da imagem: divulgação/Philips

Desvantagens: o outro lado da balança

Não se pode dizer que o OLED é perfeito, até porque ainda é uma tecnologia em desenvolvimento e tem muito em que melhorar. Confira quais são os pontos mais criticados em relação ao OLED e saiba em que precisa ficar atento quando os próximos aparelhos com a tecnologia chegarem ao mercado.

Cores: cadê meu azul?

Apesar de as cores do OLED oferecem maior profundidade do que outras telas, os aparelhos OLED apresentam uma falha ainda sem explicações concretas. Os diodos azuis perdem a eficiência muito rapidamente, o que gera problemas após algum tempo de utilização.
Com tempo de uso relativamente curto, é possível notar reduções significativas no balanço de cores. Mas é preciso dizer que os departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento das fabricantes lutam diariamente contra isso e já fazem progressos animadores, o que dá dicas de que em um futuro próximo a história será bem diferente.

Economia de energia? Nem sempre!

Mesmo que, em geral, o OLED seja mais econômico do que outros materiais, há momentos em que a história é invertida e ele se mostra pouco eficiente. Quando há predominância da cor branca na tela, todos os diodos são ativados com potência total, o que gera um consumo de energia até 300% maior do que o normal.

Isolamento insatisfatório

É verdade que ninguém vai jogar um copo d’água sobre os televisores para saber se eles são resistentes ou não, mas telas OLED sofrem muito com a umidade. O isolamento utilizado ainda não é adequado para garantir o tempo de vida útil esperado pelos consumidores, o que significa dores de cabeça constantes para quem vive em cidades úmidas.

Visibilidade externa reduzida

Os principais leitores digitais do mercado utilizam a tecnologia e-ink para gerar os conteúdos na tela. Simulando papel e tinta de verdade, com perfeição, esse material é muito confortável aos olhos e quase não reflete a luz externa, já que utiliza essa mesma luz para permitir que os usuários leiam seus textos (e-ink não emite luz).
Possíveis problemas na visualização
Fonte da imagem: Inhabitat Design
Telas OLED em e-readers podem ser um problema para quem gosta de ler em ambientes muito iluminados. Os cátodos metálicos das telas podem refletir até 80% da luz que chega a eles, o que pode atrapalhar, e muito, a leitura. Notebooks também devem sofrer com o mesmo problema, assim como os televisores que trazem de volta o “efeito janela” dos aparelhos CRT.

Tempo de vida reduzido

Somando alguns dos problemas já citados, chegamos a um ponto que assombra todos os consumidores de tecnologia: tempo de vida útil. Com falhas no isolamento contra água e problemas graves na resistência nos pixels azuis dos diodos emissores, calcula-se que aparelhos com telas OLED não cheguem a 14 mil horas. Pouco em comparação com outros dispositivos.

Já no mercado

OLED ganhou popularidade no mercado por causa de players multimídia e celulares. Mas agora já começa a ser visto em outros tipos de aparelhos, como televisores, smartphones, PDAs, computadores militares, GPSs e câmeras digitais, sendo que o que mais chamou atenção até agora foram os leitores digitais flexíveis.
PSP 2 e suas imagens surpreendentes
Fonte da imagem: divulgação/Sony
Outro produto anunciado recentemente com a tecnologia é o NGP (Next Generation Portable), da Sony (o PSP2). Este video game portátil trará a tela OLED sensível ao toque para reproduzir os jogos e seus gráficos surpreendentes. Prova de que o material continua recebendo investimentos e está melhorando a cada dia.
Quanto aos televisores OLED, a grande maioria dos que já foram apresentados é composta por aparelhos 3D sem óculos. Isso se deve às altas frequências possibilitadas pelo material, o que permite a transmissão de várias imagens em velocidades não percebidas pelo olho humano. Novamente a Sony aparece para marcar território com a XEL-1 (remodelada).

Qual o futuro para a tecnologia?

Assim como acontece com grande parte dos materiais lançados no mercado, as telas OLED devem passar a ter seus custos reduzidos ao mesmo tempo em que o consumo for crescendo. Mais produção significa mais abundância de matéria prima, que significa menos custos de produção da matéria-prima e também da fabricação. Isso pode levar alguns anos, mas deve tornar o OLED mais acessível.
Samsung também na briga
Fonte da imagem: Samsung
Outro ponto que deve ser levado em consideração pelos fabricantes é o tempo de vida útil. Pesquisas vêm sendo feitas para garantir que os produtos não sejam descartáveis e os progressos são animadores. Diodos de emissão da cor azul já não estão com a mesma durabilidade baixa e, mesmo ainda não estando como se esperava, mostram que o progresso está ocorrendo.
Em suma, o futuro do OLED é promissor. Sabe-se que novas tecnologias surgem com rapidez, mas é bastante possível que esta evolua o bastante para permanecer no mercado. Agora o que nos resta é esperar por novos produtos que contem com os diodos orgânicos na composição das telas
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O que você pensa a respeito deste tema? Será que as tecnologias de OLED, AMOLED e PMOLED conseguirão conquistar espaço em mercados de telas grandes, como televisores e notebooks? Ou estaria destinada apenas aos portáteis? Deixe um comentário para nos contar sua opinião.